Quarta-feira, 17 de Abril de 2013




Um dos piores tipos de saudade é conviver com uma 

pessoa e sentir saudades de como ela já foi um dia.


Sentimentos, pensamentos everywhere, a todo o momento.

  

Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013










«A segunda prioridade de toda a vida é conquistar um grande amor. A primeira? Nunca o perder.»
Será que alguém ainda se dá a este trabalho de se encontrar em alguém? É que, uma vez encontrado, não é só esse alguém que, um dia, por má fortuna, se perde: também nos perdemos a nós próprios. 
Valorizem o que têm. 
Think about it.




  

Sábado, 22 de Dezembro de 2012

Choro por a vida nem sempre seguir o rumo das expectativas e pôr-me a viver navegando neste rio de flashbacks emotivos. E acordo assim, desamparado, a meio da noite, procurando uma estrela que está no meu céu mas cujo brilho ou desapareceu ou, então, já não se destaca nesta minha imensidão. A esta imensidão é aquilo que chamo de solidão: um Sol que nunca me darão.

Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012

Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012

  

   

A memória é algo que pode ser considerado o bem mais precioso do Homem. É através dela que buscamos a nossa integridade, a nossa estabilidade, as respostas ou quase respostas aos inúmeros enigmas da nossa vida, a nossa enigmática vida.
Não há preço para ela. É a nossa identidade, um puzzle de fotografias e gravações de palavras, momentos, sensações... Nela buscamos o conforto de um tesouro perdido no tempo. Que ironia, um tesouro guardado no maior tesouro do Homem. É uma arca que, quando aberta, nos liberta. Mas também nos prende. Recorda, mas provoca saudosismo. Anseia, mas entristece. Guarda, mas corrói. Tanto é a nossa melhor amiga como também o pior pesadelo que podemos viver. Um pesadelo que nos leva ao campo da nostalgia, do querer e não poder, do voar sem ter asas, da alegria triste de um oásis num deserto.
A memória comanda a vida da gente. Sem ela, quem somos? Em que mundo vivemos? Quem nos rodeia? O que é a vida? É nela que criamos um sentido para a vida. E até pode ser aos olhos de muitos o sentido errado, mas quando a memória se alia ao coração, o errado é o certo.


P.s.: Eu ainda te vou levar à América... Como prometi.


Domingo, 7 de Outubro de 2012








Antes de adormecer crio uma expectativa de que, talvez, quando acordar, verei uma mensagem tua a dizer que estarás de volta. E imagino. Divago. Recrio. Não me canso. Todos os dias. Todos os dias olho para o muro da paragem em frente a minha casa para ver-te lá, sentada, aguardando a minha saída. Mas não estás. Baixo, então, a cabeça rumo a mais um dia banal. E recordo os planos perdidos, as promessas quebradas, a vida esquecida. Onde estarás? Encontra-me. Sabes o caminho. Entrei no comboio. Logo, quando regressar, espero encontrar-te ali sorrindo como só tu sorrias. Caso não te encontre, sei que, antes de adormecer, te imaginarei novamente. E sonharei novamente. E sentirei novamente, como sentia cada vez que estávamos juntos. Sentíamos. Sentíamos...


P.s.: Eu ainda te vou levar à América... Como te prometi.


  
 

Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012









Lembras-te quando estávamos deitados à beira mar e tudo parecia ser nosso como eu ser teu e tu seres minha? Eu amei-te nesse dia. Eu amo essa memória. Eu amá-la-ei até ao fim dos dias.

Não importa quantas vagas de ondas venham: as pedras mais pesadas não cederão. Não importa quanto vento possa estar: as pedras mais pesadas permanecerão intactas. Não importa que a maré as venha a cobrir na preia-mar: as pedras continuarão lá... Tal como a sensação do meu corpo aconchegado no teu, as nossas mãos entrelaçadas, os sorrisos roubados, o tempo perdido que na verdade foi um ganho para ambos. Foi tudo um certo errado turbilhão de emoções e sensações que não soubemos identificar, mas que ambos sabemos ser algo inolvidável. Ambos sabemos que vislumbramos a felicidade no horizonte. Ambos vimos o mundo com outros olhos: os olhos de quem não está só no mundo. Quatro olhos, um só olhar.
Se, um dia, vires que o mar será mais forte do que a resistência das pedras, acredita: eu já as terei guardado no meu castelo de areia.



P.s.: Eu ainda te vou levar à América... Como prometi.